Como prometido, aí vai a segunda leva de “premiados”:
OBRIGADO, CBF.
Essa provavelmente deve ser a primeira vez que alguém, no mundo, agradece ao Ricardo Teixeira por alguma coisa. É inegável a influência da confederação brasileira na escolha (ou seriam freios) de suas camisas. Depois de tanta coisa bizarra saindo com o swoosh, cabe valorizar o minimalismo da clássica amarelinha.

MELHOR UNIFORME DE RÚGBI
Infelizmente, apesar de sua hegemonia no esporte, a Nova Zelândia não ficou com esse prêmio (o uniforme deles é até simpático, parece de juiz de futebol). A Austrália, que ontem conseguiu manter seu sonho de chegar às oitavas com um empate com Gana – trocadilhos ruins também são aceitos – ostenta um uniforme pra lá de estranho. Verde, amerelo, verde amarelo, verde, amarelo dos pés à cabeça. Pra compeltar, um brasão que parece logo de programa interno de fábrica, cheio de informações e letras miúdas.

VISÃO DE RAIO-X
De gosto duvidoso, o unforme dos azuis franceses, de longe parece simpático, de perto me dá uma sensação de “muita informação pra pocuo espaço”, com detalhes brilhantes e sequências diagonais que simulam as costelas dos jogadores. O certo é que a camiseta, feia ou bonita, é o menor dos problemas dessa seleção.

PELAS MINORIAS
Coréia do Norte, Honduras e Chile são as únicas seleções da Copa que não são patrocinadas pela tríade de gigantes esportivos. A primeira, por questões políticas, a segunda por sua completa e total inexpressividade no futebol, e o Chile, eu não sei bem o motivo.
Eles têm um bom time, grandes jogadores e um futebol bem jogado. Resta acreditar que o contrato oferecido pela desconhecida Brooks, uma empresa norte-americana focada em tênis e materiais para corrida, é bem rentável à confederação chilena.
Ainda faltam algumas seleções, mas agora vou esperar os confrontos das oitavas. Ver se algum mais vale ser citado. 😉
