Esse é o nome de uma exposição em cartaz em Frankfurt (Frankfurter Kunstverein) até 8 de maio. De Maya Schweizer e  Clemens von Wedemeyer, sob a curadoria de Holger Kube Ventura e Stefanie Spiegelhalder a ideia é trabalhar a tênue linha que separa arte e realidade, cenografia e arquitetura, usando como pano de fundo o cultuado clássico de clássico de 1927, de Fritz Lang.

Para fazer uma breve explicação/introdução ao tema, o filme é tido como a obra-prima do futurismo e  sempre inspirou muitas releituras durante as décadas seguintes, chegando ao ápice no póscrise, quando foi “redescoberto” e deu cara a objetos de  moda, acessórios e gadgets.

Ou você acreditava que essa fantasia da Beyoncé era original?

Voltando ao filme, visionário em muitos sentidos – principalmente estéticos -, que conta a história de uma sociedade futurista, na qual a humanidade está dividida em dois grupos: os pensadores (que fazem planos, mas não sabem como colocá-los em prática) e os trabalhadores (que cumprem metas e obedecem as máquinas).

Inspiração?

Fiquei bem curiosa. Resta esperar por mais fotos na web.