Assim mesmo, com acento. Sou uma apaixonada pela literatura latino americana. Tudo começou com Érico Veríssimo e O Continente, aí imendei na literatura fantástica de Gabriel García Marquez, devorando 4 obras-primas do autor em pouco mais de 3 meses, depois disso se seguiram Neruda, Sábato e tantos outros que embalaram viagens, passeios, esperas e pré-sonhos.

Há algumas semanas recebi esse vídeo lindo, ele faz parte de um programa da Tv Cultura sobre escritores. Inspiração pura.

“Somos um mar de foguinhos.
O mundo é isso: um monte de gente. um mar de foguinhos.
Não existem dois fogos iguais.
Cada pessoa brilha, com luz própria entre todas as demais.
Existem fogos grandes e fogos pequenos. Fogos de todas as cores.
Existe gente de fogo sereno, que não se abala com o vento.
E há pessoas de fogo louco, que enchem o ar de faíscas.
Alguns fogos, fogos bobos, não iluminam nem queimam
Mas outros, outros ardem na vida com tanta vontade que não se pode olhá-los sem pestanejar, e quem se aproxima, se incendeia.” Eduardo Galeano

Já esse segundo é obra do talentoso Ian Ruschell. Diretor da Zeppelin filmes, o gaúcho embarcou em uma viagem cheia de sensibilidade sobre o universo de Borges, em ruas, luzes e sons de Buenos Aires.

Buenos Aires: Las Calles de Borges from Ian Ruschel on Vimeo.

“Os poetas, como os cegos, podem ver no escuro”, Jorge Luis Borges